Digestivo + Cólon

Constipação Crônica

Há algumas condições que você talvez não tenha certeza (ou não se sente à vontade) se deve discutir com seu médico. Por exemplo, se estiver achando difícil ter três evacuações regulares completas por semana, com esforço prolongado, talvez você esteja sofrendo de constipação crônica. Muitas pessoas, especialmente mulheres que deram a luz, apresentam defeitos estruturais em seu reto, resultando no que é denominado Síndrome da Defecação Obstruída ou SDO.

Como a SDO é diagnosticada?

O diagnóstico apropriado é o segredo para o tratamento de sucesso dos distúrbios de defecação, como a SDO. O diagnóstico pode ser complexo e requer avaliações realizadas pelo seu médico de atenção primária, gastroenterologista e cirurgião colorretal para ter certeza de que a causa verdadeira – ou causas – do distúrbio seja identificada. Além de um exame físico, alguns dos testes diagnósticos que podem ser realizados são:

  • Colonoscopia – permite que o médico visualize o revestimento interior do intestino grosso (reto e cólon) através de um instrumento de visualização fino e flexível, denominado colonoscópio. O exame busca anormalidades, incluindo o estreitamento ou obstruções e doenças inflamatórias, como a doença de Crohn e colite ulcerativa.
  • Estudos de marcador colônico – o paciente engole pequenos marcadores radiopacos, que podem ser vistos nos filmes de raio-x. Durante um período de sete dias, o paciente realiza um raio-x para rastrear o progresso dos marcadores e verificar a velocidade com que estão se movendo pelo trato digestivo.
  • Eletromiografia (EMG) – examina a fraqueza nos músculos do assoalho pélvico e os músculos ao redor do ânus, para determinar se estão funcionando bem.
  • Manometria anorretal – examina se os músculos ao redor do ânus estão funcionando bem.
  • Defecografia dinâmica – durante este teste, o paciente senta em uma privada especial e faz força enquanto está sendo visualizado sob raio-x. As imagens são obtidas enquanto uma mistura pastosa passa pelo intestino. Isso permite que seu médico avalie o funcionamento do intestino.

Tratamento da síndrome da defecação obstruída (SDO)

A maioria das pessoas com SDO pode tratar a doença com o uso rotineiro de laxativos ou enemas. Isso requer várias idas ao banheiro e talvez outras medidas para ajudar fisicamente a passar as fezes, para obter alívio. Mas, para alguns, a cirurgia pode ser a única maneira de corrigir os defeitos que estão causando a constipação.

Opções para cirurgia

Se seu médico recomenda a cirurgia, é importante saber se há um procedimento minimamente invasivo que possa corrigir a SDO sem incisões externas e sem deixar cicatrizes visíveis.

Este procedimento é denominado Ressecção Transanal Retal Grampeada (STARR) e retira o excesso de tecido do reto, reduzindo os defeitos anatômicos que podem causar a SDO. Esse procedimento minimamente invasivo significa, para a maioria dos pacientes, um procedimento rápido e um menor tempo de recuperação.6

Em um estudo de 90 pacientes submetidos ao procedimento de STARR, os pacientes foram hospitalizados por um a três dias, apresentaram mínima dor após o procedimento e retomaram o emprego ou atividade normal em 6-15 dias. Nesse estudo, a maioria dos pacientes com SDO apresentaram melhora significativa em seus sintomas da SDO, após a STARR.6

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