Depoimentos

Digestivo + Cólon

Acreditamos que os avanços na tecnologia cirúrgica – particularmente os procedimentos minimamente invasivos – transformaram o cuidado do paciente. Com base na experiência dos cirurgiões ao redor do mundo e em nosso próprio conhecimento médico e técnico, continuamos a introduzir produtos e técnicas inovadoras que reduzem os danos ao tecido durante a cirurgia e que podem tornar a recuperação do paciente mais rápida e menos dolorosa. Para ter uma ideia do progresso que fizemos até o momento, dê uma olha nos depoimentos de pessoas como você, que se submeteram a esses procedimentos que usam uma abordagem minimamente invasiva.

Depoimentos de Cirurgia Antirrefluxo/GERD

Deborah

Deborah, uma produtora de televisão associada, mãe de 46 anos de idade, foi diagnosticada com refluxo ácido seis anos atrás por seu alergista. Ela tinha de tomar cuidado para não fazer as refeições muito perto da hora de dormir—em uma cama que era apoiada em blocos de cimento para aliviar seus sintomas de azia. "Eu sempre acordava durante a noite engasgando, com uma tosse seca que não parava. Meus ataques de tosse ficavam tão ruins durante o dia, que às vezes eu tinha de parar no acostamento, enquanto dirigia."

Seu gastroenterologista prescreveu Comprimidos de Prilosec® e um agente pró-motilidade, mencionando a cirurgia de refluxo ácido como último recurso. Mas, no ano passado, ela teve de dobrar e triplicar a dosagem recomendada de sua medicação para obter alívio.

Deborah realizou vários testes diagnósticos, que determinaram que ela era uma boa candidata para uma cirurgia minimamente invasiva antirrefluxo e ela agendou o procedimento para dezembro de 1998.

Atualmente, ela retomou sua vida, dorme a noite toda e está totalmente liberada de sua medicação.


Bruce

Bruce estava vivendo de antiácidos até poucos meses antes de sua cirurgia antirrefluxo. Seu clínico geral prescreveu Cápsulas de Prevacid® (lansoprazol) e posteriormente explorou algumas outras opções mais baratas.

"Eu estava cansado de tomar antiácidos e pílulas. Ouvi falar sobre a cirurgia minimamente invasiva antirrefluxo no rádio e perguntei ao meu médico sobre isso. Achei que fosse uma cirurgia de baixo de risco, que valia a pena dar uma olhada", disse Bruce.

Bruce foi encaminhado a um especialista, que realizou os testes preliminares, incluindo a endoscopia. Quando ele soube que era um bom candidato para a cirurgia minimamente invasiva antirrefluxo, ele aproveitou a oportunidade de realizar uma mudança para melhor.

"Não preciso me preocupar com refluxo ácido – ponto. É bom não ter de me preocupar em tomar comprimidos. Submeter-se à cirurgia minimamente invasiva antirrefluxo é muito mais fácil do que se preocupar e sempre ter uma tortura em seu estômago. O fato é que, embora possa controlar os sintomas, a medicação não impede o que realmente está acontecendo", explicou Bruce.

Bruce disse que está levando uma vida mais feliz e que pode comer seus pratos picantes favoritos, como linguiça – algo de que ele não podia desfrutar há anos.


Ron

Os hábitos de alimentação e sono de Ron eram constantemente interrompidos pelo refluxo gastroesofágico. Ele dormia sobre quatro travesseiros empilhados e se resignava a uma dieta simples, geralmente leve. Ron precisava de uma saída. Seu clínico geral prescreveu medicamento para controlar os sintomas, mas Ron descobriu que seu organismo desenvolveu uma resistência à dosagem, depois de pouco tempo.

"Depois de um tempo, meu corpo se tornou aclimatado. As medicações não ajudavam muito. O médico aumentava à dosagem ou prescrevia algo diferente, mas estávamos ficando sem opção", disse Ron. Ron começou a apresentar sinais de fadiga no trabalho; seu desempenho caiu. Ele se tornou irritado e nervoso. Após uma visita ao especialista, Ron optou por se submeter à cirurgia minimamente invasiva antirrefluxo.

"Eu recomendo a cirurgia minimamente invasiva antirrefluxo a qualquer pessoa que esteja sofrendo", disse Ron. "Tudo relacionado a minha qualidade de vida melhorou tremendamente."

Depoimentos da Cirurgia de Câncer de Cólon

Victor

Dr. Victor S., de Boca Raton, é pediatra há 30 anos e sabe a importância da detecção precoce. Ele tem uma vasta história de câncer de cólon e sabia que precisava de uma colonoscopia como medida preventiva de saúde. Quatro meses atrás, Victor assumiu o controle de sua saúde e agendou um exame de colonoscopia. Ele não apresentava sintomas ou sinais prévios de câncer. Após receber sua colonoscopia, seu médico o diagnosticou com câncer de cólon. Seu médico informou que ele precisava se submeter à cirurgia de cólon para ressecar a porção cancerígena de seu intestino, mas deu a ele as opções de cirurgia aberta tradicional ou cirurgia minimamente invasiva de cólon. Victor optou pela cirurgia minimamente invasiva de cólon.

"Quando alguém diz 'você tem câncer', sua primeira reação é medo", disse Victor. "Mas conhecendo minhas opções de procedimento, as adversidades foram imediatamente minimizadas." Aos 67 anos de idade, Victor ainda gosta de ir trabalhar todos os dias e ama interagir com seus pacientes jovens. Ele conseguiu retornar a sua rotina diária normal alguns dias após seu procedimento e estava trabalhando três semanas depois.

Coincidentemente, uma colega de Victor também teve de se submeter à cirurgia de cólon. No entanto, ele optou por realizar o procedimento aberto e ficou afastada do trabalho por quatro ou cinco meses.

"O diferencial de recuperação entre mim e minha colega foi 2-3 meses", disse Dr. Victor S.

"Não há dúvida de que estou feliz em ter realizado a cirurgia minimamente invasiva de cólon, ao invés do procedimento aberto para tratar meu câncer de cólon", disse Victor. "A melhor parte é que você pode ter os mesmos resultados, sem precisar sofrer tanto. Um menor tempo de recuperação e menos dor definitivamente ajudam em todos os aspectos."


Holly

Mesmo sendo uma profissional da saúde treinada, Holly sempre temeu se submeter a uma colonoscopia na idade recomendada de 50 anos. Portanto, quando chegou a hora, ela esperou e adiou por sete anos. Para Holly, a espera não trabalhou a seu favor. Após seu 57º aniversário, Holly finalmente se preparou e se submeteu a uma colonoscopia de rotina. Seu médico encontrou células cancerígenas e recomendou que ela retirasse o cólon. Holly estava ciente de que havia várias opções de tratamento disponíveis e, depois que seu cirurgião analisou seus registros e se encontrou com ela, ele recomendou que ela retirasse o cólon através de um procedimento laparoscópico minimamente invasivo. Seu cirurgião explicou que, além de ser tão eficaz quanto uma cirurgia aberta tradicional, os benefícios desse tipo de procedimento ajudariam a acelerar seu período de recuperação.

"Eu me senti muito à vontade com a recomendação de meu cirurgião", disse Holly. "Discuti minhas opções com minha família e decidi realizar a cirurgia minimamente invasiva de cólon." Após se submeter ao procedimento, Holly conseguiu começar a andar pelo hospital no dia seguinte. Seu médico disse que ela poderia ir para casa, assim que se sentisse bem o suficiente e conseguisse comer uma refeição completa. Três dias após o procedimento, Holly atendeu às exigências de seu médico e foi para casa.

Como fisioterapeuta, Holly levanta muito peso durante todo o dia. Embora ela tenha voltado ao trabalho dentro de uma semana de seu procedimento, ela seguiu a recomendação de seu médico novamente e esperou duas semanas antes de retomar a rotina completa. "Voltei ao trabalho uma semana após ter realizado o procedimento, mas não levantei peso durante algumas semanas", disse Holly. "Eu queria ter certeza de estar em ótimas condições para meus pacientes e minha família, especialmente meus três netos."

Hoje, Holly gosta de passar o tempo com seus netos e praticar canoagem em sua casa no lago.


Horace

"Dediquei minha carreira a educar jovens mentes. Quem poderia adivinhar que uma deles acabaria salvando minha vida?"

Horace, um professor aposentado na Vanderbilt University, está familiarizado com pólipos de cólon. Depois que os primeiros exames de cólon de rotina revelaram vários pólipos, o professor aprendeu uma lição que salvou sua vida: a importância de agendar colonoscopias regulares. Em 2003, quando um exame de cólon regular e o check-up do médico revelaram um pólipo infectado, Horace foi encaminhado a um cirurgião no Vanderbilt University Medical Center, em Nashville, para realizar o diagnóstico e o tratamento. Durante a consulta, os papeis dos dois homens foram revertidos. O cirurgião, um antigo aluno de Horace, começou a instruir o professor sobre suas opções de cirurgia. Eles discutiram a diferença entre a cirurgia convencional e a cirurgia minimamente invasiva de cólon.

"Meu cirurgião me instruiu sobre os benefícios de um procedimento laparoscópico e disse que é possível sentir menos dor, ter menos formação de cicatrizes e uma recuperação mais rápida. Como seu antigo professor, eu sabia que ele era muito inteligente, então me senti à vontade e confiei nele", disse Horace. "Não tive dúvidas sobre qual procedimento escolher."

A retirada do pólipo de Horace revelou que ele estava convivendo com um câncer sigmoide localizado na metade inferior de seu cólon. No dia seguinte do procedimento, Horace conseguia andar pelo hospital. Ele disse que não sentia dor e já estava louco para voltar aos campos de golfe

"Eu me aposentei recentemente, após lecionar por 40 anos, e permaneci muito ativo. Estava preocupado que o câncer e a cirurgia me impedissem de viver o estilo de vida de aposentado ativo que gosto, mas não impediram", disse ele.

Desde que se submeteu à cirurgia minimamente invasiva de cólon para retirar o pólipo, Horace conseguiu voltar a seu jogo de golfe regular, jogando com amigos duas vezes por semana. Ele pratica exercícios regularmente no YMCA e viaja com frequência para visitar seu filho, duas filhas e dois netos.


Minnie

"Caminho 3km por dia, cinco dias por semana. Eu amo praticar exercícios." Para Minnie, é essencial levar um estilo de vida ativo. Portanto, quanto ela soube que poderia apresentar câncer de cólon, ela ficou ansiosa para identificar suas opções e descobrir se ela conseguiria manter seu estilo de vida ocupado.

Os primeiros sinais de câncer de cólon de Minnie surgiram durante uma colonoscopia recomendada pelo médico, em sua avaliação física anual. O procedimento identificou um pólipo potencialmente cancerígeno em seu cólon. O médico de Minnie recomendou que ela procurasse um cirurgião, que fosse especialista em procedimentos colorretais. Embora o cirurgião no Vanderbilt University Medical Center, em Nashville, estivesse há seis horas de viagem de carro, Minnie marcou uma consulta imediatamente. Uma semana depois, Minnie e sua filha dirigiram por seis horas para ver o cirurgião, que então avaliou seus exames e recomendou que ela retirasse o cólon.

Ele apresentou à Minnie suas opções, uma cirurgia convencional ou uma cirurgia minimamente invasiva de cólon. A cirurgia minimamente invasiva de cólon vem demonstrando ser tão eficaz quanto a cirurgia convencional, para o tratamento de câncer de cólon curável, quando realizada por um cirurgião experiente.

Minnie e sua filha decidiram que ela deveria realizar a cirurgia minimamente invasiva de cólon. "Perguntei ao cirurgião quando poderia realizar o procedimento. Ele respondeu agendando a cirurgia para dois dias depois que minha filha e eu o consultamos." Após realizar o procedimento, Minnie foi informada por seu cirurgião que ele retirou seu cólon e que os exames confirmaram que estava cancerígeno. "Fiquei chocada com os resultados, mas feliz em ter retirado meu cólon antes que piorasse."

Minnie conseguiu andar pelo hospital na manhã seguinte ao procedimento. Surpreendentemente, ela não sentiu dor ou desconforto e passou apenas três dias no hospital.

Uma semana após ter retirado seu cólon, Minnie conseguiu começar sua rotina de caminhada novamente. Ela está livre do câncer e conseguiu retornar a seu estilo de vida ativo.


Don

Don sempre considerou a si mesmo e sua esposa como pessoas saudáveis, sem problemas médicos e muitas vezes perderam a oportunidade de fazer o exame de câncer de cólon, pois não apresentavam sintomas. Contudo, quando sua esposa realizou os exames físicos anuais e descobriu que apresentava câncer de cólon avançado, requerendo quimioterapia, Don aceitou o conselho de seu médico e agendou uma colonoscopia imediatamente. Como temia, ele também foi diagnosticado com câncer de cólon – felizmente não era avançado como o de sua esposa – e decidiu iniciar um tratamento rapidamente. Como o câncer de cólon de Don não era avançado, seu cirurgião recomendou que ele optasse pela cirurgia laparoscópica ou minimamente invasiva – um procedimento que permitiria que ele saísse do hospital e se recuperasse em um curto período de tempo. Em outubro de 2004, um mês após o diagnóstico de Don, ele deu entrada no hospital para a cirurgia laparoscópica e recebeu alta com todo o câncer de cólon retirado e sem a necessidade de quimioterapia adicional.

Don se recuperou em um período de tempo impressionante – e retornou ao trabalho na segunda semana após sua cirurgia. Lembrando de sua experiência com a cirurgia laparoscópica, Don se surpreende com os avanços da cirurgia nos últimos anos e se tranquiliza com os tipos de procedimentos disponíveis para aqueles que possam lidar com um diagnóstico similar. "Eu estava preocupado que teria um longo tempo de recuperação, mas minha experiência foi exatamente o contrário. Consegui voltar a fazer o que gosto dentro de algumas semanas", disse Don.

"É ótimo ver que estão fazendo um grande progresso, mas o importante é que você não demore em fazer os exames de câncer de cólon", disse Don. Ele já mandou seus dois filhos para o exame, o que levou seu filho a retirar pequenos pólipos.

Deixando sua cirurgia para trás, agora Don está focado em apoiar sua esposa, que tem uma longa estrada de tratamentos de quimioterapia pela frente. "Ao receber a notícia, primeiramente você se preocupa, mas nossa família acredita que as chances de minha esposa são boas com a quimioterapia", disse Don.


Tom

Um baque. Essa é a palavra que Tom de Baltimore usa para descrever a maneira como se sentiu, quando seu médico o diagnosticou com câncer de cólon, em outubro de 2004. Tom havia deixado seu emprego como pintor de casas, porque se sentia cansado e não conseguia trabalhar o dia todo – mas ele nunca imaginou que logo estaria lidando com uma cirurgia para retirar um tumor cancerígeno de seu cólon. Ele não apresentava outros sintomas e sempre se considerou um homem relativamente saudável.

Durante uma avaliação trimestral em outubro, um exame retal demonstrou sangue nas fezes de Tom e ele imediatamente agendou uma colonoscopia. A colonoscopia e o exame de CAT posterior revelaram que Tom apresentava um tumor cancerígeno, aproximadamente do tamanho de uma pequena banana, em seu cólon. O cirurgião de Tom recomendou imediatamente a opção de cirurgia laparoscópica, ao invés de cirurgia aberta, e explicou a Tom exatamente em que o processo implicava; no entanto, ele mencionou que, devido ao tamanho do tumor, era possível que tivesse de mudar para uma cirurgia aberta, em algum momento durante a operação. À vontade com a experiência do cirurgião com a cirurgia laparoscópica, Tom confiou em sua recomendação e se preparou para o procedimento. "Acabou que tive de esperar uma semana e meia antes que pudesse realizar a cirurgia e esse foi, de longe, o momento mais difícil", disse Tom. "Eu estava nervoso, com medo e pronto para fazer algo a respeito."

Após sair da cirurgia, Tom soube que a cirurgia laparoscópica havia sido um sucesso e seu cirurgião conseguiu retirar todo o tumor, sem mudar para uma cirurgia aberta. Tom permaneceu no hospital por mais três dias, então recebeu alta com uma prescrição de medição para dor, que ele nunca precisou usar. "Quase não senti dor nenhuma e a cada dia me sentia um pouco melhor", disse Tom. Ele também ria, pois uma das principais orientações de seu cirurgião era não comer salada ou legumes crus, após a cirurgia--o que foi fácil, considerando que ele não gosta de legumes mesmo!

Agora de volta em casa, Tom está satisfeito com a rapidez de sua recuperação. Ele tem conseguido dormir bem e se recuperou para realizar todas as suas atividades diárias. Ele espera voltar a pintar casas em breve, mas está focado em fazer as coisas um dia de cada vez por enquanto. Para alguém lidando com um diagnóstico similar, Tom recomenda ficar calma, perguntar sobre a cirurgia laparoscópica como opção, confiar nos especialistas e buscar apoio na família e amigos.

Depoimentos da Cirurgia de Colite Ulcerativa

Rachel

Para Rachel, esse não foi o caso. Ela passou os últimos três anos sentindo dor e, na maioria dos dias, era difícil sair da cama. Ela ansiava por comer uma refeição regular e viver como uma pessoa normal novamente. Rachel tem 18 anos de idade e apresentava colite ulcerativa.

"Eu ia para cama e esperava acordar um dia sem dor", disse Rachel. "Eu estava tão cansada."

Rachel foi tratada primeiramente com medicação prescrita, mas, devido às crises e dores consistentes, ela descobriu que o ingrediente de enxofre nos comprimidos causou uma reação alérgica. Ela só conseguia tolerar esteroides e, em a cada verão, ela era internada por até um mês, para receber esteroides em altas doses. Isso ajudava a aliviar a dor de curto prazo, mas, no verão de 2004, nada funcionava. A dor de Rachel duplicou e ela teve de ser levada às pressas de Mississippi a New Orleans, em uma ambulância, para ver um cirurgião colorretal. O colite se espalhou por todo o seu cólon e a única saída era retirá-lo ou seu cólon se romperia.

Levando em conta a idade de Rachel, o cirurgião decidiu retirar seu cólon laparoscopicamente. Ele queria que ela cicatrizasse o mais rapidamente possível e desfrutasse de seu primeiro ano de faculdade.

"Realizar a cirurgia trouxe minha vida de volta", disse Rachel. "Passei de estar deitada na cama por dois meses para ser ativa em menos de uma semana. Tenho tanta energia quanto possível e vivo como qualquer caloura da faculdade – fico acordada até 2:00, vou andando para as aulas e pratico atividade física todos os dias."

Na época, Rachel só queria retirar seu cólon para se sentir saudável de novo. Agora, à medida que reflete sobre a experiência, ela é muito grata por ter retirado o cólon laparoscopicamente. Ela apresentou pouca dor e mínima formação de cicatrizes.

"Fui nadar com meus amigos semana passada e estava muito confiante em relação a minhas cicatrizes, mas ninguém notou", disse Rachel. "O fato de que me submeti a uma cirurgia importante e minhas cicatrizes são pequenas, que ninguém nunca vai notar, é inacreditável." A vida de Rachel não é mais dirigida por sua doença e ela está livre de medicação pela primeira vez em três anos.

"Houve dias em que eu queria desistir e não entendia por que isso acontecia comigo", disse Rachel. "Mas com grandes cirurgiões e a tecnologia disponível atualmente, eu fui capaz de olhar para o futuro e ter esperança."

Depoimentos de Cirurgia de PPH/Hemorroida

Paciente #1

"Sofri de problemas de hemorroida por mais de 35 anos. Nos últimos sete a dez anos, fui informado de que apresentava hemorroida de terceiro grau e precisava da cirurgia tradicional de hemorroida. Ouvi de pessoas que realizaram a cirurgia tradicional que a dor era intensa, durante o período de recuperação. Portanto, decidi me submeter à terapia com injeção. As injeções funcionaram bem, mas apenas por um período de aproximadamente cinco meses. Se eu não me submetesse a uma nova série de injeções, eu apresentava sangramentos espontâneos, que eram constrangedores.

Meu médico me disse que havia um novo procedimento, conhecido como grampeamento. Ele me disse que estudou o procedimento extensivamente e que realizou o procedimento cirúrgico várias vezes. Confiando muito nele, eu disse para prosseguirmos e marcamos uma data para o procedimento em junho de 2002. Eu seria a sexta pessoa em Los Angeles a se submeter a esse procedimento.

Ouvi dizer que esse era um procedimento relativamente livre de dor. Também me disseram que o procedimento tinha uma excelente história de sucesso. Minha única preocupação era a dor que eu sentiria após a cirurgia, especialmente após as evacuações.

Após me submeter ao PPH, senti um certo desconforto, mas nada disso resultou em dor. Retornei ao trabalho no dia seguinte. Achei um pouco desconfortável sentar em minha cadeira. Consequentemente, decidi tirar o dia seguinte de folga. Consegui voltar ao trabalho no dia seguinte por meio período e posteriormente voltei ao trabalho em período integral e as minhas atividades normais.

Tenho apenas um conselho a qualquer paciente que esteja considerando o PPH. Pare de sofrer em silêncio; pare de sofrer todos os efeitos colaterais da hemorroida, que ninguém quer discutir.

Doei uma quantidade significativa de tempo para falar sobre esse assunto como paciente. Tenho feito isso desde que soube que um grande número de pessoas sofre o que eu sofri por tanto tempo e quero que saibam que, graças ao PPH, eles não precisam mais sofrer."


Paciente #2

"Eu tinha hemorroidas e fissuras extremamente dolorosas. Fiquei preso em casa em agonia por 5 semanas. Três médicos me passaram 6 prescrições diferentes para cremes, pomadas e supositórios. As medicações não funcionavam e eu estava desesperado por alívio. Escolhi o PPH, ao invés dos procedimentos convencionais de hemorroidectomia, pois conhecia uma pessoa que se submeteu à cirurgia convencional e que me disse que o processo de cicatrização é longo e doloroso.

Eu tinha certeza de que a recuperação da cirurgia de PPH não seria prolongada e que seria minimamente desconfortável. No entanto, eu estava preocupado que a recuperação seria dolorosa e lenta e que eu poderia não ser um candidato viável para o procedimento de PPH. Também fiquei preocupado em ser "grampeado" e que eu os sentiria (os grampos) e, então, como seria passar por eles.

Em uma escala de 1-10 (10 sendo dor insuportável), dei entrada no hospital em um nível 10 e saí do hospital, um dia depois, em um nível três. Após os dois primeiros dias, eu não precisava mais de medicação contra dor. Faz seis semanas desde minha cirurgia e não há sinal de recorrência.

Eu diria aos pacientes que estão considerando o PPH que não deveriam hesitar em se submeter ao PPH. Só queria ter conhecido essa solução antes, para que não tivesse sofrido por tanto tempo."


Paciente #3

"Tive hemorroidas por 40 anos, principalmente desde que tive meus filhos. "Tratei" as hemorroidas durante anos, mas, nos últimos 10 anos, reconheci que precisava de ajuda devido ao desconforto."

"Eu trabalho fora e demorei a buscar ajuda devido ao longo "tempo ocioso" e dor após os procedimentos cirúrgicos que pesquisei. Também ouvi as "histórias de guerra" de familiares e amigos que realizaram as cirurgias convencionais de hemorroida. Depois de ouvir sobre o PPH, eu li o folheto. Finalmente, eu estava pronta para encontrar o médico certo e marcar a data. Minha consulta inicial com o médico foi informativa. Essencialmente, não senti medo ou ansiedade em realizar o procedimento."

"O PPH foi realizado em ambulatório. Senti uma dor mínima – o que preferi chamar de desconforto. Tomei um analgésico assim que saí do hospital, principalmente porque me disseram para tomar e não porque senti a necessidade disso. Não tomei nenhuma medicação contra dor posteriormente. Realizei o procedimento em uma quarta-feira. No dia seguinte, eu estava de pé, sem dor, descansando em intervalos quando achava necessário. Sexta, sábado e domingo eu estava em casa fazendo quase tudo que queria. Até saí para jantar no sábado à noite e estava pronta para voltar ao trabalho na segunda-feira. Não apresentei recorrências das hemorroidas. Meu conselho para outros pacientes considerando o PPH é que devem ler a literatura, conversar com um médico, tirar todas as suas dúvidas e então realizar o procedimento! Por que continuar sofrendo, quando existe uma ajuda tão boa disponível atualmente?"

Depoimentos de Médicos de Procedimentos para Prolapso e Hemorroida (PPH)

Leia o que os médicos têm a dizer sobre as muitas vantagens do PPH:

Dr. Hoffman

Estou na prática há 20 anos. Comecei a realizar o PPH para que pudesse oferecer a meus pacientes uma alternativa para a hemorroidectomia convencional. As vantagens do PPH em relação às técnicas convencionais de hemorroidectomia, que observei em meus pacientes, são menos dor pós-operatória e um retorno mais rápido às atividades da vida diária. Vi alguns pacientes retomarei suas dietas normais na noite da cirurgia e retornarem às atividades regulares no dia seguinte.


Dr. Watson

Após realizar o PPH nos pacientes, vi melhores resultados para os pacientes e com muito menos morbidade, em comparação às técnicas convencionais de hemorroida.


Dr. Rafferty

Sou um cirurgião colorretal certificado e realizei mais de 50 cirurgias de PPH. Em média, realizo de dois a quatro procedimentos de PPH por mês. Também treino cirurgiões nas técnicas de realização do PPH. Comecei a realizar o PPH quando foi introduzido nos E.U.A., pois o procedimento oferece menos desconforto e tempo fora do trabalho para os pacientes, em comparação à hemorroidectomia convencional. Além disso, tive casos em que os pacientes geralmente retornaram a sua dieta normal no dia de sua cirurgia e retornaram às atividades normais dentro de 48 horas.

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